sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Queimadas no Amazonas entram no centro de proposta de pacto entre Estado, municípios e União

Marcellus Campêlo propõe articulação entre os governos estadual, municipais e federal para prevenir queimadas, enfrentar períodos de estiagem e ampliar a fiscalização contra crimes ambientais no Amazonas.
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O candidato a deputado estadual Marcellus Campêlo, da Federação União Progressista, defende a criação de um pacto entre o Governo do Amazonas, as prefeituras e a União para ampliar a prevenção e o combate às queimadas no estado. A proposta prevê articulação entre os diferentes níveis de governo, reforço da fiscalização ambiental e adoção de medidas permanentes de adaptação às mudanças climáticas. (marcelluscampelo.com.br)

O tema ganha destaque no período do ano em que o Amazonas costuma registrar aumento dos focos de queimadas e episódios de fumaça em Manaus. Para leitores de Iranduba e de outros municípios amazonenses, a discussão apresentada pelo candidato está relacionada ao planejamento conjunto de políticas públicas voltadas aos períodos de estiagem e aos eventos extremos, sem detalhamento de medidas específicas para cada cidade.

Planejamento integrado para períodos de estiagem

Campêlo afirma que pretende atuar na Assembleia Legislativa do Amazonas para fortalecer as políticas estaduais de enfrentamento e adaptação às mudanças climáticas. A ideia é transformar diretrizes já previstas na legislação em uma política permanente de prevenção, incorporando os efeitos do clima ao planejamento de áreas como habitação, saneamento, drenagem, infraestrutura, saúde e desenvolvimento urbano.

“Precisamos tratar esse problema de forma integrada. Estado, municípios e União precisam trabalhar juntos, com planejamento, fiscalização e recursos para agir antes que o fogo avance, trazendo prejuízos ao meio ambiente e à saúde das pessoas”, afirma o candidato. (marcelluscampelo.com.br)

Na avaliação apresentada por Campêlo, a preparação antecipada deve considerar períodos de seca severa, elevação das temperaturas, queimadas e outros eventos extremos. A proposta também prevê que essas situações sejam incorporadas ao planejamento das políticas públicas estaduais e municipais.

Fumaça e qualidade do ar em Manaus

A discussão foi apresentada em um momento de aumento da fumaça na capital amazonense. Na quarta-feira, 23 de setembro de 2026, Manaus amanheceu encoberta por uma espessa cortina de fumaça. O Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental, da Universidade do Estado do Amazonas, classificou a qualidade do ar como “péssima” em vários pontos da cidade.

No dia anterior, terça-feira, 22 de setembro de 2026, Manaus havia registrado a maior temperatura do ano, de 38,6°C, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia. O registro ocorreu em meio às condições de estiagem do período, intensificadas pelo fenômeno El Niño e pelos efeitos da crise climática, conforme informado no material de origem. (marcelluscampelo.com.br)

Mais recursos para fiscalização ambiental

Além da cooperação entre os governos, o candidato defende a ampliação dos recursos destinados à fiscalização ambiental e ao combate aos crimes ambientais. A intenção é aumentar a capacidade do poder público para identificar áreas de risco, fiscalizar ocorrências e coordenar ações com os municípios e os órgãos federais.

A proposta apresentada associa prevenção, planejamento e resposta operacional. Nesse modelo, as ações contra as queimadas devem ocorrer antes do avanço do fogo, com integração institucional e disponibilidade de recursos para fiscalização e combate.

Campêlo também sustenta que o enfrentamento dos períodos de seca e das altas temperaturas exige preparação contínua. A defesa de um pacto entre Estado, municípios e União coloca a coordenação entre os governos como eixo para a execução das medidas ambientais e climáticas no Amazonas.